Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras

Enviada em 31/10/2022

A sociedade brasileira, embora seja um exemplo em inúmeros setores sociais, ainda é precária no que tange aos desafios para a eduação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras. Sob esse prisma, a alienação e a ineficiência participativa tornaram-se fatores alarmantes e potencializados pela falta de estruturas das escolas, em adaptar o ambiente e os demais alunos, para receberem as crianças que possuem transtornos neurológicos nas escolas brasileiras.

Em primeira análise, vale ressaltar que os problemas neurológicos mais comuns entre crianças e adolescentes nas escolas são: dislexia, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), que interferem na aprendizagem e no convívio social com os demais alunos. Diante disso, uma pesquisa recente feita pelo IBGE relata que escolas ainda possuem déficit em infraestruturas de acessibilidade adequadas para alunos com necessidades especiais. Nessa ótica, entende-se que a padronização de questões, como os desafios que são enfrentados pelos alunos que possuem transtornos neurológicos, tornou-se um fato prejudicial para a sociedade, em virtude da falta de recursos dos ambientes educacionais.

Ademais, vê-se que falta preparo nos âmbitos escolares e a falta de profissionais com experiências e qualificações, também é uma ocorrência atual, que prejuidica o bem estar dessas crianças que sofrem desses transtornos. Com base nisso, constata-se que ao presenciarem as dificuldades vividas pelas crianças com transtornos em escolas, o Estado deveria dar mais atenção e enfoque nesses assuntos.

Portanto, medidas são necessárias para que os desafios na educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras seja resolvida. O Estado deve se encarregar dos seus deveres e estimular melhorias no âmbito educacional para os alunos com necessidades especiais. Fica a critério das escolas promoverem atendimentos psicológicos para os alunos, com o intuito de fazer com que eles se sintam acolhidos, com campanha e projetos envolvendo todos os alunos motrando sobre a necessidade do acolhimento pelos alunos e profissionais, e orientando os pais sobre o desenvolvimento escolar de seu filho.