Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras

Enviada em 11/11/2022

A essência dos Direitos Humanos é o direito a ter direitos. Essa frase, da filósofa Hannah Arendt, aponta para a importância dos direitos serem mantidos na sociedade. No entanto, no que diz respeito à questão dos desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras, verifica-se a violação dos direitos da humanidade, o que configura um grave problema. Esse cenário contraditório representa um obstáculo ao desenvolvimento do país. Nesse contexto, torna-se evidente como causas a falta de profissionais especializados para trabalhar com crianças com transtornos neurológicos e pais negligentes em relação a doença de seus filhos.

Diante desse cenário, a falta de profissionais especializados para trabalhar com crianças neurotípicas impede a resolução dos desafios enfrentados nas escolas brasileiras por essa questão. Tal problemática fica evidente no caso da série Atypical, quando o personagem principal sofre com a falta de inclusão devido a má preparação da escola em que estrudava. Nesse âmbito, percebe-se que as escolas carecem de profissionais especializados na área. Dessa forma, faz-se necessário oferecer cursos capacitantes para profissionais da educação, assim fazendo com que eles saibam lidar com tais situações.

Além disso, os pais negligentes em relação a doença de seus filhos configuram um desafio para a questão da educação de pessoas neurotípicas nas escolas brasileiras. Nesse contexto, o educador brasileiro Paulo Freire afirma que “A inclusão acontece quando se aprende com as diferenças e não com as igualdades.” Nessa perspectiva, percebe-se que se os pais forem também educadores inclusivos, as pessoas neurotípicas tem mais chances de terem uma boa educação. Sendo assim, é fundamental que as escolas brasileiras conscientizem a população afetada nessa esfera.

Portanto, tais causas contribuem para os desafios da educação de pessoas neurotípicas nas escolas brasileiras. Assim cabe ao Ministério da Mulher, da Famíla e dos Direitos Humanos promover ações nas instituições de ensino a fim de propagar as informações e aumentar o nível de conhecimento dos cidadãos. Dessa forma será construída uma sociedade mais fiel aos direitos da Constituição.