Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras
Enviada em 13/04/2023
Na Grécia antiga, as crianças recém nascidas que apresentassem algum tipo de deficiência ou transtorno neurológico eram jogadas em um monte chamada Taigeto. Atualmente, no Brasil não é muito diferente, pessoas com tais irregularidade são negligenciadas na educação escolar. Para entendermos o motivo dessa problemática, precisamos entender os males por trás dos problemas, que são respectivamente, a falta de inclusão dos colegas, e principalmente o despreparo dos docentes.
Primordialmente, devemos ressaltar o preconceito da sociedade brasileira e sua repulsa com pessoas “diferentes”. É muito comum que, por exemplo, crianças com dificuldades em interações sociais e comunicação verbal sejam humilhadas e excluídas por seus colegas de sala. De acordo com o renomeado Emille Durkheim, a sociedade impões padrões sociais, dos quais deveram seguir, ou serão discriminados. Tal pensamento influencia diretamente nos comportamentos dos pequenos do Brasil, pois nossa comunidade está ligada a esse conceito. Sendo assim, é necessário desenvolver estratégias para debater esse assunto que assola mães e pais preocupados com seus filhos.
Segundamente, o aspecto mais importante da problemática, é a falta de estrutura e ineficiência dos profissionais da educação. Os docentes não possuem a formação necessária para se lidar com esse tipo de criança, que necessita de mais atenção do professor. Sem contar, obviamente do próprio descaso do Docente com o aluno, muitas vezes ignorando-o ou fingindo que não está vendo a situação desesperadora dele. Nesses casos, faculdades de pedagogia são necessárias para complementar essas escassezes desgastantes do sistema brasileiro.
Portanto, é perceptível as barreiras que pessoas com problemas neurológicos enfrentam até os dias de hoje no ambiente escolar. Logo, torna-se imperativo, que o Ministério da Educação(MEC) promova palestras com psicólogos e psicopedagogos que abordem a temática da educação inclusiva e adaptação curricular visando a melhor orientação desses professores em sala de aula. Por fim, a negligência espartana não deve ser repetida no Brasil.