Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras

Enviada em 14/04/2023

A cada ano que passa, por muitos fatores diários, o número de pessoas com transtornos neurais vem aumentando no Brasil, e a forma de educação dessas pessoas necessita ser de uma forma diferente. Pórem, não é feito um tratamento exclusivo ou de forma que ajude os estudantes, que não consegue ter o mesmo nível de aprendizado. É necessário que seja feito um diagnóstico precoce em crianças para que a forma de educação seja diferente e de forma individual.

Em primeiro lugar, cabe pontuar o fato de que é preciso um acompanhamento médico para crianças desde sua base escolar. É do entendimento geral que crianças que sofrem com algum transtorno neurológico, precisa de outra forma de abordagem em comparação a estudantes que não sofrem de tal transtorno. Muitas vezes, pais e professores julgam os transtorno precocemente como uma falta de atenção, ou até mesmo preguiça por parte da criança. Em 30 de novembro de 2021 foi sancionada uma lei pelo presidente da época Jair Bolsonaro, em que obriga o poder público a oferecer diagnóstico e tratamento a crianças que sofrem de transtorno neurológico. Isso contribui para o fim dos julgamentos que crianças que apresentam esse problema sofrem diariamente.

Sobretudo deve-se também, compreender que o tratamento e a forma de ensino de estudantes com esses transtornos, deve ser de modo diferente da maioria. Tendo em vista que esses alunos tem um nível de foco muito mais baixo que alunos sem o transtorno. Um ensino padronizado causa exclusão ao grupo de alunos que são impossibilitados de aprender de uma forma tradicional. Portanto é preciso uma maneira educacional de forma mais dinâmica, fazendo com que consiga da melhor maneira a inclusão de todos mesmo com suas limitações.

É preciso que o Ministério da Educação, exija o diagnóstico de alunos e a obrigação de métodos de ensino que possam incluir os alunos com algum transtorno. Sendo colocados profissionais da área psicológica em escolas, para que consigam primeiramente fazer a identificação, e logo após, escolher as melhores formas de aplicação. Assim causando um nivelamento na possibilidade de uma capacidade de ensino geral.