Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras
Enviada em 15/04/2023
Em 1943, o psiquiatra Leo Kanner descreveu pela primeira vez o autismo, como uma doença de complicado reconhecimento e que não possui cura. Na atua-lidade, infelizmente portadores desse transtorno, além de passar por dificuldade diárias, ainda precisam enfrentar a insuficiência do sistema de educação brasileiro, que os impedem de desfrutar de seus plenos direitos. Nessa conjuntura, deve-se expor os desafios da integração de pessoas com autismo no Brasil.
Em conformidade com as Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LBD), a inserção de um jovem autista em escola regular é um direito assegurado por lei, porém, no dia a dia não é o que ocorre, em virtude, de menos de 30% dos brasilei-ros autistas estão na escola. Isso ocorre, em função de o sistema público de educa-ção ter matrizes curriculares declinantes, que ensina por meio de " memorizar " da-tas, fórmulas conceitos e outros, separando os que não estão no “modelo”, o que sustenta ainda mais a intolerância e preconceito na qual esses indivíduos passam.
Além disso, é importante ressaltar que quando essas pessoas encontram uma escola preparada com cuidadores e toda a infraestrutura necessária, outro empecilho surge: o bullying, “brincadeiras” de mal gosto. Contudo, respectivo as raízes brasileiras, que segregavam pessoas com algum problema - rotulados como loucos- em hospícios, onde, sofriam abusos e violência sem precedentes. Em vista disso, a sociedade, ainda mantêm a convicção de que os diferentes necessitam ser excluso e afastados do convívio social, fato que necessita ser anulado.
Em suma, transfigura-se essencial que é obrigatória as tomadas medidas para transformar esse cenário. Portanto, o Ministério da Educação junto do Gover-no Federal, precisam mudar o ensino público, apoiando-se em metodologias efeti-vas que preparem os alunos para a vida; por meio do aprimoramento da infraes-trutura, da especialização de professores do acesso a todos, como dispõem a lei. Com interesse, de garantir aos alunos com transtornos, uma educação de qualida-de. Dessa maneira, o Brasil melhorará a educação e a qualidade de vida desses in-divíduos, abraçando-os na comunidade e promovendo que eles desfrutam dos seus direitos com qualquer outro brasileiro.