Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras

Enviada em 18/03/2024

Segundo a pensadora Luci Serena, “o déficit de atenção pode ter cura através da leitura. Mesmo que seja difícil é não desistir. O universo é o limite!.” Estas questões que, em um primeiro momento parecem simples, desdobram problematizações complexas e convidam gestores, educadores, profissionais especializados, pais e alunos discutirem caminhos e soluções Diante disso, há uma negligência governamental e dificuldades dos docentes por não ter capacitação.

Outrossim, acredita-se em uma educação poutada por conceitos igualitários em uma aprendizagem para todos. Nesse viés, é preciso que professores sejam capacitados e outros educadores para que lecionem aulas às pessoas com transtornos neurológicos sem exceção, respeitando o ritmo e o tempo singular de cada aluno é uma forma de demarcar o espaço escolar como uma plataforma de acolhimento de toda e qualquer criança e adolescente.

Além disso, percebe-se uma negligência governamental, já que transtornos neurológicos como dislexia e Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade(TDAH), não recebem a devida atenção frente ao Estado. Nessa ótica, dislexia é um transtorno genético e hereditário presente em aproximadamente 10% da população mundial. Esse transtorno se caracteriza pela dificuldade do indivíduo em decodificar símbolos, ler, escrever, soletrar e compreender um texto.

Destarte, para uma educação inclusiva, cabe ao Governo Federal em parceria com o Ministério da Educação(MEC) elaborar uma proposta de educação inclusiva onde as escolas tenham profissionais capacitados, além de capacitar professores isso pode ser feito com verbas da arrecadação de impostos afim de acabar com a desigualdade.