Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras

Enviada em 09/01/2025

É notório que os desafios para a educação de pessoas com transtornos neuroló- gicos nas escolas brasileiras é um problema não só local, mas global. De acordo com o site O Globo, atualmente, cerca de 43% da população apresenta algum tipo de transtorno, dentre os mais comuns existem o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade. A falta de preparo dos professores e de tecnologias assistivas e a ausência de infraestrutura tornam a trajetória pedagógica desses alunos muito desafiadora.

Uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde aponta que 12% das crianças brasileiras apresentam suspeita de atraso no desenvolvimento pedagógico. Por isso, é esperado que os professores e a escola tenham maior atenção a esses alunos. Porém, a falta de informação dos docentes impacta significativamente a aprendizagem. De acordo com a Constituição de 1988, toda criança tem o direito de frequentar uma sala de aula regular. Contudo, dentro desse ambiente, a carência de formação adequada por parte dos professores dificulta o pleno desenvolvimento do aluno.

A falta de insfraestrutura das escolas também são um grande obstáculo. As redes de ensino precisam estar preparadas para receberem todos os alunos, sejam eles atípicos ou não. De acordo com o Conselho Nacional de Educação, as escolas precisam ter salas especialisadas para atender os discentes que precisam de uma atenção maior e as tecnologias assistivas também são muito importante nessa trajetória, pois facilita a vida do aluno.

Sendo assim, para que possamos contornar este problema, o Ministério da Educação junto com o Governo atual, devem disponibilizar formações gratuitas e acessíveis aos professores, por meio de cursos, de forma que eles se especializem sobre o assunto abordado e sancionar políticas públicas efetivas que garantam mais insfraestrutura a todas as escolas.