Desafios para a implementação do nome social no Brasil
Enviada em 27/08/2022
No livro “Triste Fim de Policarpo Quaresma”, é retratado um Brasil perfeito e com ausência de problemas. Hodiernamente, não é reconhecido a indentidade de gênero em documentos oficiais, isso se dá pelo saudosismo e o preconceito. Além disso, não há nenhuma legislação para proteger o tema, o que agrava o problema.
Nesse contexto, a tradição brasileira influência na pauta. Na série “As telefonistas”, uma personagem se indentifica com o genêro masculino, porém ainda é chamado de aberração. Mesmo a série retratando uma época antiga e diferente, o contexto pode ser visto igualmente na realidade. O meio contemporâneo ainda possui diversas ideias e pretextos de décadas atrás.
Outrossim, segundo Michel Foucalt, as pessoas possuem consciência do que fazem e o motivo da execução, mas ignoram os efeitos de suas ações. Diante dessa perspectiva, o ser humano humilha as pessoas de outra sexualidade ou que perpetuou a mudança de genêro, por vontade própria, o efeito de suas ofensas pode ser visto no filme “Valentina” que sofre e chora em sua escola preconceituosa.
Infere-se, portanto, que o imbróglio deve ser resolvido. Cabe ao poder legislativo criar uma lei visando incluir o nome social nos direitos humanos, isso deve ser executado em parceria com a ONU (Organização das Nações Unidas). Ainda, a mídia deve produzir novelas sem o preconceito típico, ela será motivada pelo aumento de visualizações do grupo LGBTQI+ e trará uma mudança de mentalidade para o ser humano.