Desafios para a implementação do nome social no Brasil
Enviada em 28/08/2022
Pela perspectiva do pensador Émile Durkheim um grau de solidariedade baixo dentro de uma comunidade indica que a qualidade de vida de um certo indivíduo não está nivelada com a média. O Brasil reconhecido por sua diversidade cultural e amante delas, mostra obstáculos quando se trata da ideia implementativa do nome social para a percela constituente de travestis e transexuais, as dificuldades existem desde os primórdios da sociedade, onde começaram pelo preconceito sofrido por essas pessoas, Devido a isso grande parte dos transgêneros apresentam dificuldade para obtenção de seu nome social, como conseguência acabam tendo problemas com documentação e entrada em serviços, além da marginalização sofrida pelo grupo na soceidade.
Sobre uma primeira análise, o Estado é o unico responsável pela parte burocrática da documentação e oficialização do nome social, tendo isso em vista devem fornecer as ferramentes necessárias para a utilização desse recurso pela população, como diz o contrato social de Jean Jacques Rousseau, mas se esse não for o caso o poder público deve estar ciente de sua falta com o povo brasileiro.
De modo análogo a esse, o ódio aplicado pelas massas brasileiras sobre essa comunidade diz respeito ao quão mal o Governo Federal representa a minoria no meio público e educacional, essa marginalização acontece pela falta de informação do próprio povo, como dizia o filósofo Schopenhauer, o limite do campo de visão do observador se torna seus limites de mundo.
Portanto pra resolvermos o problema dos desafios da implementação do nome social, a nação brasileira deve começar pela facilitação dos meios necessários para utilização desse recurso na sociedade, esses são, trabalho, redes de acesso público, qual o Ministério da Cidadania será obrigado a fiscanilzar a funcionalidade do nome social, caso não esteja, leis vão ser implementadas ou se já existem devem ser reforçadas, para que essas pessoas não sejam desrespeitadas publicamente. Fora do meio burocrático o Estado deve separar trechos da mídia pública nas TV ’s para que possam ser repassadas as dificuldades dos travestis e transexuais na comunidade brasileira com o objetivo de despertar um ato de empatia na sociedade, melhorando o respeito ás diversidades.