Desafios para a inclusão digital da terceira idade

Enviada em 13/09/2019

Pode-se afirmar que, a partir da terceira revolução industrial, os meios tecnológicos expandiram-se deixando o mundo conectado. Entretanto, a terceira idade tem tido dificuldades para acompanhar esses avanços devido a falta de orientação, que pode resultar em isolamento social. Diante disso, deve-se investir na educação tecnológica do idoso para solucionar tais entraves.

Deve-se elencar, a princípio, as dificuldades de inclusão social para um idoso. No filme “Up Altas aventuras”, relata a diferença de uma criança para um senhor de idade, onde em uma das cenas parecem estar perdidos, mas a criança mostra que não, pois tem seu GPS. Logo, é uma realidade vivida por muitos idosos, que por falta de orientação tecnológica continua vivendo mediante a sua limitação do senso comum, dificultando suas interações com o mundo moderno.

Outrossim, vale ressaltar que a tecnologia pode melhorar a vida da terceira idade. Nesse viés, dados do IBGE-2010 estimam que em 2050, 25% da população mundial terá 60 anos. Desse modo, pessoas idosas devem adaptar-se constantemente para que possam ter um envelhecimento bem sucedido. Nesse sentido, é indiscutível que a inclusão digital é necessária, pois além de estimular o cérebro, melhora a alto estima deles, uma vez que interagem e entendem o que a tecnologia pode oferecer.

Considerando os aspectos mencionados, fica evidente a necessidade de medidas para melhorar tal situação. Sendo assim, o governo, em parceria com as empresas de informática devem investir em cursos gratuitos três vezes por semana para a terceira idade -subsidiado pelo capital público- para ensiná-los a mexer nos computadores e celulares, ensinos também voltados à pesquisa no google, redes sociais, entre outros, para que se sintam incluídos no mundo tecnológicos. Assim, ajudando-os.