Desafios para a inclusão digital da terceira idade
Enviada em 29/10/2019
O envelhecimento chega para todos e, com ela, novas dificuldades. A população brasileira está envelhecendo rapidamente e é de extrema importância que os idosos não estacionem no tempo. Sem dúvida promover a inclusão digital dos idosos é uma forma de fortalecer a cidadania e de promover uma melhor qualidade de vida.
Chegar à terceira idade é algo que ainda carrega preconceito, estereótipo e discriminação. Todas essas questões não afetam apenas o indivíduo e, sim, a maneira como pensamos nossas políticas publicas voltada aos idosos. Após seis anos de tramitação no Congresso, em 2003 foi sancionado pelo presidente Lula o Estatuto do Idoso, cujo objetivo foi de ampliar os direitos dos cidadãos com idade acima de 60 anos.
Além dos direitos básicos assegurado como: educação, lazer, cultura, etc. Destaca-se a importância de cursos especiais para idosos, que incluí aprendizagem da comunicação digital, computação e os demais avanços tecnológicos para a integração à vida digital. Atualizar os conhecimentos junto ao mundo moderno, sem dúvida, melhora a autoestima do idoso. Ele passa a compreender a linguagem dos mais jovens, dos filhos e se sente pertencente a sociedade que, muitas vezes, insiste em exclui-lo.
Por certo, o uso da tecnologia - devido aos comandos repetitivos - estimula a memória do idoso. Vale ressaltar, que o nível de aprendizagem do idoso é diferente do jovem, demanda mais paciência, lentidão e algumas repetições. Além da famílias, a sociedade também é responsável por motivar o idoso a aprender e a conviver com a tecnologia. O Conselho Estadual do Idoso, deve promover campanhas em todas as esferas da sociedade, para que ocorra a conscientização de que envelhecer é um processo natural da vida, estimulando a valorização, o respeito e o acolhimento da pessoa de idade na sociedade.