Desafios para a inclusão digital da terceira idade
Enviada em 29/10/2019
Com a Revolução Industrial, iniciada na Inglaterra, várias etapas de evolução foram se instalando no mundo globalizado. Dentre essas, a que estamos hoje: revolução técnico-científico-informacional. Dessa forma, o celular é o principal meio de comunicação, entretenimento e conhecimento. Porém, nem todas as idades conseguiram acompanhar esse avanço e outras tecnologias mais. Assim, os idosos foram os mais prejudicados por estarem mais longe etariamente do advento tecnológico. Entretanto, superando barreiras como a educação e o bem estar social, se torna possível a inserção dos mesmos no mundo informatizado. Primordialmente, a educação se faz imprescindível, visto que ‘’o homem é aquilo que a educação faz dele’’, como dizia o filósofo prussiano Immanuel Kant. Assim, tendo em vista que em 2050, 25% da população mundial terá 60 anos, segundo dados da PUC-SP, inserir idosos na informática através de uma educação tecnológica se torna essencial. Em segunda análise, juntamente com a efetiva educação, vem o bem-estar social, a importância do envolvimento entre gerações. Isso é o que garante o Estatuto do Idoso no Brasil: valorização, inserção de conhecimento específico para os mesmos e com isso, compartilhamento de saberes. Para que, dessa forma, não estejam à margem da sociedade. Infere-se, portanto, que há desafios para a inclusão digital dos idosos e medidas exequíveis são necessárias para conter a exclusão dos mesmos. Dessarte, com o intuito de incluir a terceira idade na tecnologia, é necessário que órgãos governamentais mundiais e ONG’s para idosos estabeleçam pactos por meio dos quais possam criar programas de aulas tecnológicas com a ajuda das escolas de cada cidade. Tendo como finalidade o aprendizado informacional de cada avelhantado.