Desafios para a inclusão digital da terceira idade

Enviada em 24/01/2020

Com o surgimento da Globalização, o mundo está conectado quase que instantaneamente. Aliás, no Brasil, a internet e as redes sociais estão presentes desde 1990, entretanto, após 30 anos ainda há a exclusão de alguns grupos - os idosos. Seja por falta de tempo ou paciência, muitos jovens não ensinam seus familiares a proceder com o universo digital, porém o uso de celulares tornou-se uma necessidade para todos nessa Era Tecnológica.

Acima de tudo, a geração nascida no século XXI é, absurdamente, habituada com a rapidez, pois o modo de viver os leva a isso: rotina, estresse, trânsito, internet, etc., enquanto que, em meados da metade do século XX, não era recorrente nada disso. Por isso, o aprendizado dos idosos é lento e gradual, o que, para muitos, dificulta a inclusão digital. Porém, de acordo com “ada.vc”, em 2018, existiam 26 milhões de brasileiros na 3ª idade, ocasionando 12% da população que está fora da sociedade conectada.

Por conseguinte, houve a criação de cursos e netos de aluguel para idosos fazerem parte do meio navegável, já que, infiltrar-se na inovação é uma necessidade, tornando a facilidade de comunicação e independência para novas possibilidades. Logo, a youtuber Palmirinha, compartilha laços sociais através de sua culinária e quebra  o paradigma do analfabetismo digital. Como cita Steve Jobs, fundador da Apple, “A tecnologia move o mundo”.

Dessa forma, portanto, é necessário abranger os mais velhos no mundo virtual. O Ministério da Comunicação (MCTIC) em parceria com faculdades públicas devem, através de anúncios imperativos em TV’s e rádios, oferecerem mais cursos gratuitos para área de Tecnologia da Informação com o intuito destes repassarem o ensino para os idosos. Ademais, o MCTIC, investir na educação desses professores oferecendo instruções de como lidar com o tempo fisiológico dos idosos para, enfim, englobar uma sociedade harmoniosa e receptível.