Desafios para a inclusão digital da terceira idade
Enviada em 14/04/2020
Concomitante à Revolução Industrial no século XVIII, houve o desenvolvimento de inúmeras tecnologias. Entretanto, nenhuma análoga à atual. Por conseguinte, idosos dispõem de maior dificuldade frente à modernização, tal fator deve-se ao preconceito e à carência de profissionais capacitados para ensiná-los. Neste contexto, torna-se fundamental a resolução do imbróglio.
Em primeiro lugar, é importante ressaltar a necessidade da internet e afins no mundo contemporâneo. Tal condição é propiciada pelos meios de comunicação online, os quais permitem contato com familiares e amigos de forma prática. No entanto, a realidade dos idosos é outra, devido ao preconceito ao qual estão submetidos. Segundo uma pesquisa da AVG, apesar de consumidores de tecnologias, os idosos não sentem-se incluídos. Ademais, afirmam sentir-se menosprezados pelas empresas tecnológicas e tratados como analfabetos digitais.
Outrossim, a ausência de auxílio aos idosos é outro fator ao qual estão subordinados. Logo, impossibilita sua integração ao meio digital, que além de potencializar as expectativas de um futuro com melhor qualidade de vida, é uma forma de integração à sociedade. Além disso, necessita-se de profissionais capacitados para lidar com pessoas terceira idade, já que a metodologia deve ser diferente da comumente usada com adultos.
Destarte, há de se resolver a problemática em questão. A fim de minimizar o preconceito, é imprescindível empoderar as pessoas de terceira idade a respeito de seus direitos, tal como: nenhum idoso deve ser objeto de negligência, discriminação ou opressão, segundo o Estatuto do Idoso, logo, cabe à sociedade e ao Governo Federal integrar desta forma as pessoas em questão. Além disso, é importante que o Governo atenha-se à importância de promover cursos com fins tecnológicos destinados aos idosos, tal qual ocorre no Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial do Ceará, com tutoriais disponibilizadas gratuitamente.