Desafios para a inclusão do idoso no ensino superior

Enviada em 11/04/2020

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),o envelhecimento é um dos fenômenos do século XXI.No Brasil,esse aumento no número de idosos traz um desafio peculiar que gira em torno da inclusão dessas pessoas no ensino superior.Essa nova demanda,em virtude do “alargamento” do topo da pirâmide etária pode ser bem contemplada,se houver a ampliação da inclusão,em vários aspectos, voltada para o idoso,assim como o reconhecimento desse aluno como sujeito ativo do processo educativo no nível superior.

Isso porque,em primeiro plano,as instituições de ensino superior devem ampliar o número de matrículas,infraestrutura e didática,por exemplo para que na realidade a maioria das pessoas ativas na terceira idade frequentem essas salas de aula.Essa inclusão deve está pautada principalmente no Projeto Político Pedagógico das faculdades e universidades,porque elas são as responsáveis majoritárias no ensino e ter toda estrutura física e com recursos humanos direcionados para essa inclusão facilita o ingresso e manutenção do aluno idoso em sala evitando-se assim o desestimulo e uma possível evasão.

Outro desafio,além dos quais já foram mencionados,orbita em torno desse aluno em si,pois ele deve ser reconhecido como o protagonista e  sentir-se como sujeito consciente desse processo devendo ser respeitado sua condição e idade e limites.Isso é previsto pelo o Estatuto do Idoso que garante no seu Artigo 20 essa educação,pois além de adquirir novos conhecimentos o aluno da terceira idade pode colaborar bastante e enriquecer o ambiente universitário com suas experiências sentindo-se assim incluso.

Dessa forma,cabe ao Ministério da Educação em parceria com as instituições de ensino superior,desenvolver e/ou ampliar políticas públicas de inclusão do idoso por meio de educação presencial ou à distancia para que haja um ideal números de pessoas idosas participando desse processo educativo e tendo seus direitos realmente garantidos.