Desafios para a inclusão do idoso no ensino superior
Enviada em 14/03/2020
A inserção de idosos no ensino superior é algo que requer uma discussão muito detalhada. Pois além da dificuldade em aprender termos técnicos, por conta da idade, tem, também, problemas físicos (como audição, locomoção, visão etc), por conta da idade. Contudo, é de extrema importância o debate sobre o assunto, já que de acordo com o IBGE, em 2030 o número de idosos (acima de 60 anos) será maior que o de jovens.
Ademais, no séc XVIII o idoso era tido como patrimônio e não encargo, como ocorre nos dias atuais. Que, devido à revolução industrial o idoso passou a ser marginalizado, pelo fato das pessoas começarem a ser julgadas pela sua capacidade de produção. Por conta desse preconceito o incremento desse grupo nas universidades passou a ser algo complicado.
Além disso, a argumentação se torna mais difícil quando se fala nas formas de ensiná-los e nos materiais a serem utilizados, pois precisariam de algo simples que lhes passe tudo que deve ser aprendido. Assim, teriam de fazer materiais e preparação de aulas diferenciadas para esse grupo, e assim atender às suas necessidades.
Portanto, para tentar solucionar este desafio de inclusão do idoso, seria interessante a criação de cotas para eles, tanto para faculdades presenciais ou online. Demais, o MEC deveria criar um material adequado para os mesmos, além de investir em professores especializados a ensinar para esta faixa etária, da mesma forma como se dedicam na formação de profissionais adequados para crianças e adolescentes.