Desafios para a inclusão do idoso no ensino superior
Enviada em 25/03/2020
O ensino ao Idoso
Vivemos em um país cuja grande parte de nossa população é composta por idosos, com faixa etária acima de 60 anos, sendo que grande parte dessas pessoas não puderam concluir o ensino superior, em suas respectivas épocas acadêmicas, e agora possuem a chance de alcançar esse tão estimado desejo.Porém, como a nossa sociedade vê algo tão inspirador: como a coragem de voltar a estudar? Vejamos a seguir.
Primeiramente, em um país cuja a população é de 210.147.125 pessoas, segundo censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), realizado em 2019: 29,6 milhões de cidadãos são idosos e 26,7 milhões destes, são estudantes que retomaram seus sonhos de concluir um curso superior com uma boa formação. Esses dados são importantes, pois muitos deses idosos, no passado, por falta de condições estagnaram seus sonhos e finalmente podem retomá-los e realizá-los.
Agora, surgem alguns desafios: o primeiro é o de ter professores aptos a ensinar esses cidadãos mais vividos; o segundo é reinseri-los na realidade escolar; algo que não é nada fácil, e o ultimo que é o de criar mais programas especiais como o EJA (Educação para Jovens e Adultos), o qual já existe desde 1878 e passou a ser o que é hoje, pela lei em 1940.
Concluindo, as melhores maneiras de se incluir os cidadãos mais vividos e experientes, dentro do ensino médio são: Criar métodos e assuntos adaptados para esta faixa etária; formar profissionais capacitados; conscientizar os outros estudantes sobre a inclusão social destas pessoas e incentivar o respeito mútuo. Afinal, todos nós somos cidadãos brasileiros, conscientes de que devemos respeitar e sermos respeitados, sem importar a faixa etária, a classe social, a origem ou a aparência.