Desafios para a inclusão do idoso no ensino superior

Enviada em 18/03/2020

No cenário atual, o Brasil mostrou uma grande estatística de idosos que ingressaram no ensino superior. Segundo o IBGE (instituto de geografia estatística) a porcentagem de idosos corresponde a cerca de 10% da população brasileira, tendo tendência a aumentar. Embora o cenário de ensino superior de idosos seja favorável, o Brasil ainda apresenta decadência neste aspecto.

Em primeiro lugar, a deficiência na educação dos idosos tem um reflexo no passado. Antigamente a maioria dos brasileiras não conseguiam nem cursar o ensino básico, consequência das responsabilidades precoces, sendo elas: o trabalho infantil-ocorria predominantemente no meio rural com o intuito de ajudar no sustento da família-casamentos precoces e por conseguinte a gravidez precoce.

Em segundo lugar, a falta de assistência do estado que poderia promover uma iniciativa na educação dos idosos. Mesmo existindo uma lei que garanto o ingresso de idosos no ensino superior, muitos não têm ciência de tal benefício-Lei 10.741/2003.

Logo, o ministério da educação deveria visar projetos especiais para idosos, com horários flexíveis, grade de ensino acessível para o ingresso e desenvolvimento dos idosos na faculdade. Essa proposta deve ser praticada junto com uma campanha que influenciem os idosos a aderirem tal projeto, sendo circulada por meio de veículos utilizados por idosos, como: TV, rádio, propagandas físicas nas ruas ou até mesmo palestras.