Desafios para a inclusão do idoso no ensino superior
Enviada em 18/03/2020
Em muitos contos infantis como no Sítio do pica pau amarelo e chapeuzinho vermelho os personagens mais velhos são figuras geralmente representadas por avós que ficam em casa cozinhando,fazendo crochê ou passando horas numa cadeira de balanço.Hoje em dia essa representação é considerada um tabu,tendo em vista que a situação está bem diferente.
O número de idosos no país tende a crescer cada vez mais,visto que ao longo do tempo a qualidade de vida e os recursos aumentaram,sem contar que segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),o número de pessoas com mais de sessenta anos será maior que o de crianças de até quatorze anos de idade até 2030.
Os avós de hoje em dia não querem mais saber de ficar em casa.O estatuto do idoso criou uma lei que diz que o Estado deve apoiar programas de incentivo ao idoso,como acesso para estes em universidades. A PUC de Minas é um exemplo,esta criou um projeto chamado “mais idade”.
Depois de se aposentar,muitas pessoas optam por fazer outro curso para ocupar a mente,sendo benéfico não só para estes,mas também para quem está no mesmo ambiente,já que é uma troca de experiências entre diferentes faixas etárias.
A sociedade deve se preocupar em arranjar cada vez mais meios de interação com os mais velhos,já que a tendência é que estes façam parte da maior parcela populacional,é importante que se sintam realizados e úteis,evitando problemas como a depressão. Medidas como o incentivo a cursos,além da prática de atividades físicas são eficientes,afinal,a era de contos patriarcais já chegou ao fim.