Desafios para a inclusão do idoso no ensino superior
Enviada em 18/03/2020
Segundo Benjamin Franklin: “investir em conhecimento, rende sempre os melhores juros”. A frase de tal filósofo nos remete ao processo de democratização da educação brasileira, assegurada pela constituição de 86, porém o fato é que grande parcela da população idosa, não recebe esses juros, e acabam ficando de fora dos setores educacionais.
Hoje no Brasil, é notório o aumento exponencial da população idosa, que recebe diversos auxílios sociais, mas ainda se encontra comprometida com suas vagas em instituições superiores, seja pela falta de progamas assistênciais, ou pela falta de instituições que ofereçam bolsas para a população idosa o que acaba ocasionando exclusão social e e promovendo desigualdade entre classes.
Além disso, vale salientar sobre a dificuldade do ingresso em universidades, o que pode ser atribuído ao grau de complexidade da aplicação de vestibulares de nível jovem para idosos, que acabam não possuindo um aparatos educacionais para tal tipo de seleção.
Portanto, para resolver o impasse, é mister que o MEC vinculado ao ministério de direitos humanos, instaure um sistema de seleção novo, por meio de provas adaptadas para a população idosa, com o objetivo de regular o nível de dificuldade do exame, de acordo com a idade e escolaridade do ser, além da criação de cotas de idade, facilitando a entrada do ancião nessas instituições, promovendo a equidade, e a igualdade social de toda a população.