Desafios para a inclusão do idoso no ensino superior
Enviada em 05/04/2020
Desde a criação das primeiras universidades no século XII as pessoas passaram a frequentar as universidades e cada vez mais vem ocorrendo a sua democratização. Além disso, a inserção dos idosos nos cursos superiores tem uma importância econômica incomensurável pois eles movimentariam cada vez mais a economia nacional e deixariam de ser somente consumidores. Ademais, muitas pessoas com a idade mais avançada já sonharam em possuir uma graduação superior e hoje com a socialização do ensino é cada vez mais fácil a inserção do idoso no ensino superior.
Convém ressaltar, que segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística a expectativa de vida brasileira aumenta todo ano e em 2015 o brasileiro vivia em média 75,5 anos, ou seja, isso só comprova como a velhice está se tornando algo relativo. Outrossim, com o aumento da expectativa de vida é possível que no futuro tenha-se uma população com muitos idosos na sociedade e isso pode quebrar a economia pois haverá mais pessoas inativas no mercado trabalhista do que ativas e é indubitável a importância da volta dos idosos no mercado de trabalho para movimentar a economia, principalmente com uma nova profissão do ensino superior. Bem como, isso possibilitará uma renda extra para os idosos e assim eles podem custear um maior conforto para si e sua família.
Em segunda análise, desde os anos dois mil as universidades ficaram mais socializadas para todas as camadas da população e já está no tempo de ficar coletivizado para todas as idades, afinal muitos idosos não tiveram a chance de possuir o ensino superior por falta de recursos em seu tempo e na contemporaneidade eles podem ter essa oportunidade de realizar um sonho que tiveram quando jovens de possuir um ensino. Por fim, isso pode melhor a qualidade de vida populacional pois os idosos estariam realizando seus objetivos e tornando-se pessoas realizadas. Isso é consoante com o pensamento de Davyd Vinicius que profere que jamais devemos abandonar nossos sonhos, ou seja, apesar da idade jamais devemos parar de buscar nossas metas pois ainda é possível a sua efetuação.
Por tal prerrogativa, o Ministério da Educação deve promover uma porcentagem de vagas para a população mais velha conseguir se inserir nas universidades com mais facilidade, por meio de cotas em vestibulares públicos para diversos cursos como psicologia e letras e com o objetivo de movimentar a economia futura ao profissionalizar os idosos para que posteriormente se torne ativos no mundo trabalhista. Além de que, o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos deve realizar o incentivo do ensino superior para os idosos por meio de palestras realizadas nos centros comunitários com psicólogos sobre como nunca é tarde demais para voltar aos estudos e realizar seus sonhos, com a finalidade de fomentar o desejo de começar um curso superior seguindo os preceitos de Davyd Vinicius.