Desafios para a inclusão do idoso no ensino superior
Enviada em 26/03/2020
A Idade e o Futuro
Nos dias de hoje, ou melhor, na geração denominada nem-nem em que jovens não querem fazer mais nada, qual seria o problema de os mais velhos assumirem seus papéis? Cerca de 20% dos jovens, isto é, 9,6 milhões não estudam nem trabalham, claro que alguns não possuem oportunidades, mas será só isso, ou existe também a falta de interesse?
Em consequência dessa falta de vontade muitos idosos estão “tomando o comando” da nossa sociedade, querendo assim estudar e trabalhar. Muitos deles têm motivos, os quais os movimentam, como: realizar um sonho antigo, criar novas experiências, contribuir com a sociedade, desenvolver a mente ou passar o tempo, desempenhando assim uma mudança pessoal.
Tendo em vista esse desejo a Lei 13.535 de 15 de dezembro de 2017 foi criada, a qual declara que instituições de ensino superior terão que oferecer cursos e programas de extensão aos idosos. Além disso também existe a Lei 10.741, a qual estabelece que o Estado precisa apoiar a criação de universidades abertas para idosos, incentivar a publicação de livros e periódicos de conteúdo e padrão editorial adequados a essa faixa etária, que facilitem a leitura.
Segundo informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) o Brasil está a caminho de se tornar um país com a maior parte da população idosa. Em 2030 é estimado que o número de idosos será maior que as crianças de 14 anos, e por volta de 2055 a participação dos idosos será maior que a de crianças e jovens com até 29 anos.
Em virtude dos fatos mencionados pode se dizer que os jovens estão perdendo o seu “poder”, sendo assim substituídos pelos idosos, os quais possuem gosto em estudar e trabalhar, diferente desta geração, os quais precisam de muita força de vontade para sequer levantar da cama. Além de tudo, faculdades criaram programas para incentivar os idosos, com bolsas e cursos de pouca duração, criando assim oportunidades.