Desafios para a inclusão do idoso no ensino superior

Enviada em 21/04/2020

Ensino superior desde 1800 quando as primeiras faculdades no Brasil foram criadas é e não deixa de ser uma forma essencial de se entrar no mercado de trabalho, apesar de estarem menos priorizados do que a algumas décadas,  ainda ditam se muitas pessoas terão um padrão de vida mais elevado ou não. Infelizmente nem todos tiveram a oportunidade de ingressar a esses estudos, então, o que acontece com os mesmos?

Em setembro de 2019 houve um aumento de 50% no número de idosos matriculados em cursos de graduação, o que mostra que muitas pessoas buscam a oportunidade que não tiveram, ou procuram se aperfeiçoar no mercado de trabalho, porém a disputa em uma vaga para universidade vem aumentado exponencialmete, principalmente em faculdades públicas. A maior capacitação de idosos é ótima pois enriquece as dinâmicas de trabalho, além de poder oferecer uma renda maior caso o mesmo passe por dificuldades.

O que nesse caso não pode ser esquecido, é que, os idosos não podem substituir os jovens dentro das universidades, algo interessante a fazer é o apoio familiar e até mesmo ajuda financeira para com os patriarcas da família, quando esses já não possuem o dinheiro acumulado para pagar alguma faculdade, deixando as universidades públicas para os mais jovens que não tem as condições financeiras necessárias. Com o apoio familiar e progamas de aceitação de faculdades privadas para idosos, estes não serão esquecidos e, conforme sua vontade, respeitando os limites da idade poderão ingressar no curso desejado.

É possivel integrar os idosos as universidades, sem cometer o erro de retirar as oportunidades dos jovens, que são o principal ativo para a economia do país pela sua força de produção, logo o Estado não deve criar progamas dentro das faculdades públicas para idosos em detrimento das outras aulas, isso deve ser feito com apoio familiar, privado ou individualemente.