Desafios para a inclusão do idoso no ensino superior
Enviada em 02/04/2020
Como desdobramento da evolução representada pela Terceira Revolução Industrial, em conjunto com a nova integração entre ciência e tecnologia possibilitou-se avanços na medicina, como na área da genética, criação de vacinas, cura para muitas doenças. Nesse sentido, em decorrência desses fatos, a longevidade vêm crescendo bastante, com isso vêm o envelhecimento da população que enfrenta muitas dificuldades, principalmente, na inclusão ao ensino superior, visto que o poder público é ineficiente em promover estrutura para essa educação, aliado ao preconceito que sofrem.
Em primeira análise, é importante informar que é dever do poder público estimular programas de profissionalização, respeitando suas limitações. Nesse viés, convém perceber que essa ineficiência do governo se deve, dentre vários fatores, aos cursos extremamente longos, que dificultam na continuação, já que a vida na terceira idade requer bem mais cuidado e tempo, como na manutenção da saúde. Além disso, há uma demanda muito alto em consonância com os preços que nem sempre são acessíveis a todos, por isso, é necessário medidas que vizem uma melhor inclusão do idoso nas Universidades.
Em segunda análise, cabe perceber que um fator crucial aos desafios enfrentados à inclusão do idoso no ensino superior é o preconceito. Nesse sentido, é imprescindível analisar que esse preconceito se dá, na maioria das vezes, pela falta de integração entre jovens e idosos, aliado aos esteriótipos que cada faixa etária recebe principalmente da “incapacidade” dos idosos conseguirem se formar no ensino superior. De acordo uma a universidade de Cornell, esse preconceito pode ser combatido, através da educação e um maior contato entre essas gerações. Dessa forma, fica claro que atitudes devem ser apresentadas para que se possa amenizar a situação.
Portanto, mediante aos problemas citados, atitudes devem ser tomadas para minimizar os efeitos dos desafios enfrentados pelos idosos em ingressar em um ensino superior. Dessa forma, o governo em conjunto com a pasta ministerial da educação, visto que essa é responsável em promover uma boa qualidade na educação, deve implementar nas universidades um tempo de curso menor aliado a um programa que vise complementar os estudos a distância- online. Isso deve ser feito por meio de políticas públicas que organizem e deem assistência aos idosos, objetivando assim, um aumento na taxa de inserção da terceira idade nas faculdades, tendo como consequência uma melhora na qualidade de vida