Desafios para a inclusão do idoso no ensino superior
Enviada em 03/04/2020
Aquela ideia de que a vovó faz crochê e o vovô ler jornal ficou na década passada. Na contemporaneidade, o idoso anseia um lugar a mais na sociedade: cursar o ensino superior. No entanto, alguns desafios, como a tecnologia e o preconceito fazem parte cotidianamente do ancião.
De acordo com Paulo Freire, não existe tempo nem idade para um indivíduo aprender. Esse renomado filósofo, alfabetizou sessenta pessoas em Angincos - RN. Outrossim, nos dias atuais em que meio a tecnologia, presencia-se a terceira idade nas faculdades, nos cursos de informática; sempre ativos em busca de bem-estar ou realização pessoal. Em consequência disso, são interrompidos pela ignorância e preconceito da população.
Como citado anteriormente, a incansável luta pelos direitos perante a sociedade de um espaço para cursar o ensino superior foi que, as universidades e as indústrias como SESC, SENAI e SENAC passaram a oferecer cursos, passeios, atividades esportivas a fim de sanar a discriminação que eles passam diariamente.
Portanto, deve-se valorizar mais o idoso. Cabe a população aprender a tratar bem e cuidar mais dessas pessoas, através de escuta, visitas ao mais velhos, campanhas de socialização. Dessa forma, teremos uma humanidade mais justa e igualitária a fim de um mundo melhor e mais solidário. Logo, todos somos iguais perante a lei, sem distinção de raça, de cor e de idade, conforme afirma a Constituição Federal de 1988, artigo quinto.