Desafios para a inclusão do idoso no ensino superior

Enviada em 07/04/2020

Sabe-se que a educação é o melhor caminho para adquirir conhecimentos,porém e perceptível que a grande parte da população jovem está na universidade, entretanto a presença da população idosa ainda é pouca. De acordo com Censo de Educação Superior de 2017,no Brasil, há 18,9 mil universitários com idades entre 60 e 64 anos, na faixa etária acima dos 65 o número é de 78 mil pessoas.

Todavia, desde o processo de mecanização do campo, onde ocorreu o êxodo rural, a saída do homem do campo para a cidade, muitos ao saírem do campo possuíam baixos níveis de escolaridade, onde na cidade eram que obrigados a procurar um emprego, deixando assim de lado chances reais de estudo.

Entretanto, ao analisar a presença de um idoso na universidade naquela idade, deve-se levar em consideração que a população idosa, muitos não tiveram oportunidades ou incentivos para prosseguirem seus estudos, tal incentivo que população jovem tem, muito idosos largaram os estudos para trabalhar, outros por não ter aquisição financeira para concluir seus estudos.

Além disso, muitos idosos relataram que sofrem grande preconceitos na universidade por serem de tal idade, sendo que muitos estão na universidade por realização pessoal, profissional e também uma forma de estarem estudando, oportunidade ao qual não tiveram quando eram jovens.

Conforme os argumentos supracitados, faz-se necessário que o Governo Federal reforce e promova politicas públicas, para a inclusão dos idos na universidade, tais como campanhas publicitárias através de veículos de comunicação como a mídia, telejornais, e as próprias  universidades se adequarem para receber essa população, e conscientizar os jovens da presença idosa, feito isso a população ganhará oportunidade de estudar e realizar seus anseios pessoais e profissionais, com isso reduzirá percentualmente o número do analfabetismo no Brasil,e a população idosa estará mais ativa e inserida nas universidades.