Desafios para a inclusão do idoso no ensino superior

Enviada em 28/04/2020

Na Constituição Federal de 1988, declara que é dever do estado assegurar a educação a todo cidadão e garantir o seu bem-estar. No entanto, esse direito na prática não se cumpre como o desejado, no qual a inclusão de idosos no ensino superior é um desafio que impossibilita a atividade de um direito assegurado. Faz-se mister avaliar a apatia social, bem como os precursores que levam a esse quadro a não inclusão de idosos na educação.

Em primeira análise, a ausência de uma estrutura que assegure a educação de idosos no ensino superior é um dos principais causas que leva a esse desafio. Em concordância, de acordo com pesquisas feitas pelo G1, somente 26% das instituições tem estrutura para assegurar a educação aos idosos. Diante desse quadro exposto, complicações nas redes de ensino superior vem comprometendo

o desenvolvimento intelectual a essa camada da sociedade, no qual tal cenário compromete a inclusão de idosos a uma rede de educação. Nesse sentido, medidas estratégicas que vissem o incentivo a uma infraestruturação é de suma importância para melhor receber esses indivíduos no meio acadêmico.

Em segunda análise, a dificuldade de inserção dos idosos no ensino superior impede que mãos de obra qualificada seja postas. Desse modo, esse problema pertinente dificulta o avanço na educação, no qual se torna um enorme empecilho pera o desenvolvimento da sociedade, o qual expõem o pensador Immanuel Kant. De tal maneira, esse comportamento que comprometa o avanço do direito civil é um dos principais meio que leva a um desafio do aperfeiçoamento da humanidade, no qual a educação é o principal meio para o aprimoramento de atividade para o avanço intelectual do indivíduo na sociedade. Nessa perspectiva, medidas que levem a capacitação no meio acadêmico é de suma importância para o desenvolvimento dos idosos na sociedade.

Em síntese, planos estratégicos que vissem a mitigação desse problema é de suma necessidade. Destarte, urge que o Ministério da Educação e Cultura (MEC) crie, por meio de verbas governamentais, projetos de infraestruturação de meio acadêmicos que possibilitem a inserção de idosos para melhor desenvolvimento, a fim que todos tenham seu direito a educação garantido. Cabe, também, ao Conselho Nacional de Educação (CNE), em conjunto com universidades, a capacitação de professores que possam atuar juntamente com esse publico, com intuito que seu retimento no aprendizado seja positivo e que seu direito como cidadão seja garantido. Feito isso, cenários como exposto pelo G1 não serão mais um realidade.