Desafios para a inclusão do idoso no ensino superior
Enviada em 28/04/2020
Segundo o IBGE (instituto brasileiro de geografia estatística), 26,7% do contingente populacional brasileiro sera de idosos com mais de 65 anos. Dados como esse, apontam para uma futura crise previdenciária, e tornam necessárias, medidas que possam capacitar o idoso, como o acesso a universidades. É notório que muitos desses institutos de educação não tenham estrutura para garantir aos mais velhos o suporte preciso, outrossim, não existe apoio em questão de transporte e alimentação a esses indivíduos.
Primeiramente, grande maioria das universidades brasileiras carecem de sistemas de acessibilidade, como por exemplo elevadores, em todas as entradas e corredores, assim como, profissionais capacitados ao ensino de idosos. Os reitores dos campus brasileiros acabam por se preocupar exclusivamente com o acesso de deficiente físicos, mas o maior número (de idosos) é deixado de lado.
Paralelamente, o transporte publico fornecido para o acesso a instituições de ensino também carece de instrumentos de acessibilidade, assim como, quase não existem incentivos de alimentação e pesquisa a esses indivíduos, considerando a atual aposentadoria 998 reais (valor quase simbólico) . Visto isso, conclui-se que ainda existem vários problemas a serem corrigidos para garantir a total acessibilidade do idoso as universidades.
Para garantir o que é direito dos mais velhos, de acordo com o estatuto do idoso, é de competência do ministério da educação aplicar sanções para que as universidades brasileiras esbanjem de todo o sistema de acessibilidade aos idosos, fazendo com que os mesmos se sintam recebidos nesses espaços. Outrossim, é de dever estatal fornecer incentivos alimentícios, e de transporte, para tornar digna a vida dos estudantes da terceira idade.