Desafios para a inclusão do idoso no ensino superior

Enviada em 21/05/2020

O estudo do idoso assegura,no artigo 21, cursos especiais para idosos com conteúdos relativos ás técnicas de comunicação e demais tecnologias para sua integração com a vida moderna.No entanto,atualmente no Brasil,a inclusão do idoso no ensino superior faz com que esse direito não seja verídico na prática,devido ao preconceito social,bem como à falta de planejamentos midiático.Logo,é preciso examinar,com cautela,os principais produtores desse quadro deletério.

Em primeiro lugar, é válido pontuar que o preconceito emerge como ponto de partida para o impasse. Sob esse viés, segundo o físico alemão Albert Einstein, é mais difícil quebrar um preconceito do que um átomo. De fato, a realidade atual constata o pensamento do físico, uma vez que parte da população, ao ver grupos de idosos frequentando o ensino superior, os vêem como pessoas diferentes das demais, devido à sua idade. Dessa forma, compreende-se que o prejulgamento social apresenta-se como um grande desafio a ser superado frente à inclusão do idoso no ensino superior.

Em segundo lugar, cabe pontuar a falta de planeamento midiático como propulsor do problema. A esse respeito, conforme dados do IBGE, o grupo de idosos com 60 anos será maior do que a de outras idades até 2030. Nesse sentido, ao não haver um planejamento adequado por parte das instituições de ensino no país para receberem indivíduos da terceira idade, estes acabam por ficarem inertes no acesso à educação. Dessa maneira, é imprescindível a tomada de medidas de combate a esse revés.

Destarte, é exequível a alteração desse quadro. Assim sendo, cabe ao Ministério da Educação- cuja função é zelar pelas práticas educacionais no país- realizar, por meio da participação da mídia, campanhas de incentivos ao não preconceito contra idosos a fim de dar autonomia a eles. Além disso, o Ministério da Educação, ainda, deve planejar ações midiáticas para à terceira idade com o intuito de facilitar sua entrada a instituições de ensino.