Desafios para a inclusão do idoso no ensino superior
Enviada em 26/05/2020
Na obra de arte “Nunca é tarde”, feita pelo grafiteiro Lobão, em Rio das ostras, mostra uma senhora de idade avançada trajando as vestimentas de uma noiva, indicando que, mesmo na velhice, sempre há tempo para buscar sonhos e objetivos, inclusive a educação. Entretanto, diferentemente desse cenário, o envelhecimento trás consigo dificuldade á educação, seja pela ausência do encorajamento do Governo ou preconceito dos jovens.
Em primeira análise, é importante ressaltar o aumento da expectativa de vida, segundo dados do IBGE, o Brasil caminha para se tornar um país de população predominantemente idosa. Diante disso, os idosos acabam se vendo excluídos de projetos promovidos pelo Governo. Posteriormente, deve-se influenciar essa terceira geração, para que eles obtenham melhor qualidade de vida e participem do mercado de trabalho, visto que as empresas buscam profissionais mais qualificados.
Na atualidade, o preconceito dos jovens contra os idosos, acontece de uma forma bastante latente, ademais, isso pode contribuir com o medo do prejulgamento e se depararem com algumas frases ditas na forma pejorativa como “isso não é coisa de velho”. Um dos contribuintes para esse amedrotamento, pode ser o receio da necessidade de uma maior dedicação pela parte dos professores.
Portanto, para que as ideias da obra de arte defendida pelo grafiteiro Lobão não sejam apenas uma preposição teórica, mas se torne uma realidade em nossos dias, é necessário uma ação de maior efetividade do Governo. Sendo assim, o Ministério da Educação precisa, por meio de verbas governamentais, um mecanismo de inserção da terceira idade no meio educacional, mediante a formação de palestras de encorajamento á educação, em locais públicos e de fácil acesso. Além do mais, determine a criação de cotas, com a finalidade de tornar os idosos mais envolvidos no ensino superior.