Desafios para a inclusão do idoso no ensino superior
Enviada em 25/06/2020
É evidente o direito dos indivíduos de terem acesso ao conhecimento, mesmo as pessoas que já estão em idade avançada e segundo a Lei 13.535/2017 determina que, instituições de ensino superior terão que ofertar cursos e programas de extensão aos idosos, pois eles também tem competência para aprender. Contudo, essa realidade ainda não é tão atingível mas é interessante pelo fato da expectativa de vida estar cada vez mais alta, no Brasil está em aproximadamente 76 anos segundo o IBGE.
Eventualmente, o preconceito por querer estudar é um dos maiores desafios para os idosos, não temos o direito de julgar uma pessoa idosa por querer estudar, onde muitas vezes não teve essa oportunidade anteriormente. E como já dizia Paulo Freire ‘‘aprender é um exercício constante de renovação’’ essas pessoas idosas iram se sentir muito realizadas em encontrarem alguma atividade na qual conseguem se manter ativos.
Além disso, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), prevê que em 2050 a população de pessoas com mais de 60 anos chegará a 2 bilhões, então é imprescindível que essa população esteja incluída em ambientes educacionais, para não se sentirem excluídos. Inconveniente, as instituições de ensinos superiores não tem ambientes, eletrônicos e nem profissionais preparados para atender as acessibilidades da geração mais avançada, gerando situações de desconforto para esses idosos.
Para concluir, esta geração se sente muito feliz quando é inserida em ambientes educacionais no entanto, é preciso de apoio familiar e se possível verificar as condições financeiras para que não se tenha nenhum infortúnio. Vale destacar a necessidade de ambientes mais acessíveis como rampas de acesso, para não gerar acidentes e profissionais dispostos a ensinar esses idosos, que posteriormente tenha dificuldades, então o Governo poderia contribuir com tal orçamento e até mesmo construindo novas Instituições de ensino especializadas para Idosos.