Desafios para a inclusão do idoso no ensino superior
Enviada em 05/06/2020
Para o psicólogo Jean Pieget, o principal objetivo da educação é criar pessoas capazes de fazerem coisas novas e não simplesmente repetir o que outras gerações fizeram. No Brasil, a expectativa de vida tem aumentado conforme os anos e a população idosa não pretende ficar “parada” após sua aposentadoria. Porém, é evidente as dificuldades enfrentadas por eles, como a falta de estruturas adequadas para a educação e a rejeição do resto.
Primeiramente, é importante destacar que o idoso possui todos os direitos inerentes à uma pessoa humana. De acordo com a Lei 10741/03, Estatuto do Idoso, assegura legalmente às pessoas com idade igual ou superior a 60 anos o envelhecimento digno com garantias em diversos campos da vida. Embora não seja aplicado isso em seu ensino, a população idosa tem direito a todas estruturas adequadas para o auxílio na educação, visto a sua natural dificuldade no aprendizado nessa idade.
Além disso, a rejeição no ensino é mais uma das adversidades enfrentadas por essa faixa etária. Os idosos que fazem ensino superior nessa idade são rejeitados por alunos mais jovens e, inclusive, por professores. Isso é uma ideia errada ou, até mesmo, um preconceito que as pessoas têm sobre a terceira idade, pensando que eles não podem estudar devido o pouco restante de vida.
Portanto, para que não exista mais dificuldades para a população idosa no ensino superior, é necessário algumas mudanças. A ONG deve realizar palestras para conscientizar a população de seu preconceito com a inclusão destes no ensino. Além disso, o Governo Federal deve investir em estruturas e materiais melhores para o auxílio no ensino, como livros que facilitem a leitura e aulas online. Assim, com a intenção de que os idosos possam adquirir mais conhecimento e novas práticas para a vida sem se procuparem.