Desafios para a inclusão do idoso no ensino superior

Enviada em 09/06/2020

As dificuldades da inclusão dos idosos.

No filme “um senhor estagiário”, relata que a história de um aposentado, que para voltar a ativa, se candidata à uma vaga de estagiário sênior. Por ser de idade avançada, ele sofre preconceito pela diretora da empresa. No Brasil, adultos e jovens têm o mesmo preconceito, pois, por causa da da memorização e aprendizagem dos idosos, acham que já estão ultrapassados. Consequentemente, indivíduos da terceira idade têm medo de serem prejulgados.

Por ser comum sujeitos acharem que o envelhecimento torna o cérebro menos flexível, e então com a absorção do conhecimento mais difícil, os anciãos têm medo de sofrerem preconceito. Por isso, o índice de idosos na universidade é baixo. De acordo com pesquisas feitas pela Universidade Brown, há plasticidade cerebral para todos os indivíduos que exercem atividades intelectuais e/ou físicas, independente da faixa etária.

Por causa do prejulgamento que idosos vivem, a frequência deles na faculdade é baixa. Além disso, há escassez de conhecimento sobre os próprios direitos, como na lei 13.535/2017, que garante a oferta de cursos e programas de extensão ao indivíduos de terceira idade, dificulta a participação deles nos projetos. Segundo o Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística, a tendência é que o número de velhos seja maior que o de outras faixa etárias com passar dos anos.

Portanto, é necessário que o Ministério da Educação divulgue a lei 13.535/2017 com publicidades na TV e jornais, que é o meio mais comum entre os idosos, e que jovens e adultos tomem conhecimentos que indivíduos da terceira idade têm capacidade de memorização cerebral através de palestras nas universidades. Assim, os velhos irão tomar conhecimento dos seus direitos e, naturalmente, incentivados a serem ativos e frequentar a faculdade.