Desafios para a inclusão do idoso no ensino superior

Enviada em 05/07/2020

É evidente o direito dos indivíduos de terem acesso ao conhecimento, mesmo as pessoas que já estão em idade avançada, e segundo a Lei 13.535/2017, determina que as instituições de ensino superior terão que ofertar cursos e programas de extensão aos idosos, pois eles também têm a competência para aprender. Contudo, essa realidade ainda não é tão atingível, mas é interessante pelo fato da expectativa de vida estar cada vez mais alta, no Brasil está em aproximadamente 76 anos segundo o IBGE.

Eventualmente, o preconceito por querer estudar é um dos maiores desafios para os idosos, ninguém tem o direito de julgar uma pessoa idosa por querer estudar, em que muitas vezes não teve essa oportunidade anteriormente. E, como dizia Paulo Freire ‘‘ aprender é um exercício constante de renovação’’, essas pessoas idosas iram se sentir muito realizadas em encontrarem alguma atividade na qual conseguem se manter ativos.

Além disso, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), prevê que em 2050 a população de pessoas com mais de 60 anos chegará a 2 bilhões, então é imprescindível que essa população esteja incluída em ambientes educacionais, para não se sentirem excluídos. Inconveniente, as instituições não têm ambientes, eletrônicos e nem profissionais preparados para atender as acessibilidades da geração mais avançada, gerando situações de desconforto para esses idosos.

Para concluir, esta geração se sente muito feliz quando é inserida em ambientes educacionais, no entanto é preciso do apoio familiar e se possível verificar as condições financeiras deles, para que não se tenha nenhum infortúnio. Vale destacar a necessidade de instituições preparadas para receber essa população, ambientes com rampas de acesso, aparelhos eletrônicos de fácil manuseio, e isso vem da colaboração do Governo, através de projetos e leis para certificar que a inclusão dos idosos no ensino superior seja exercida, como clarifica a Lei 13.535/2017.