Desafios para a inclusão do idoso no ensino superior
Enviada em 21/07/2020
Segundo cálculos da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2025 o Brasil será o sexto país mais envelhecido do mundo. Ainda de Acordo com a OMS educação continuada é fundamental para manutenção da saúde desse grupo, além das exigências do mercado de trabalho. Como previsto por lei é direito do idoso acesso ao ensino superior. Entretanto há desafios quanto a inclusão dos mesmo, esses vão de infraestrutura às diferenças entre gerações.
De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), em 2025 a população de idosos no Brasil será superior a 33 milhões. Considerando isso, tais cidadãos devem fazer parte do grupo de economicamente ativos. Por essa razão, formação em curso superior e/ou extensivo é indispensável. No entanto ao procurar por uma instituição de ensino, além das adversidades cronológicas, como deficiência oftalmológicas. Segundo Vilela Junior do Senac, há também a falta de familiaridade com a tecnologia.
Devido a distinção cultural entre gerações, outro desafio é inclusão social, uma vez que jovens e idosos deverão coabitar no espaço. Tais diferenças vezes geram divergências, vezes oriundas de preconceito, como retratado no filme “Um Senhor Estagiário”, por exemplo. A jovem Jules chefe de Ben, um senhor de 70 anos, pede para transferi-lo após seus primeiros dias de trabalho alegando que o mesmo não se adapta as exigências do cargo, mas durante o tramite de transferência ela nota que Ben é o empregado ideal.
Por tanto, o Ministério da Educação (MEC), deve cobrar adaptação quanto infraestrutura e implantação de metodologias de ambientação desses estudantes nas universidades. Refente as diferenças culturais, o Instituto do Idoso pode veicular na TV e internet campanhas ressaltando a importância da inclusão de Idosos para o desenvolvimento socieconômico, visto que serão produtores no mercado de trabalho. Sendo assim, formação superior é imprescindível para idosos.