Desafios para a inclusão do idoso no ensino superior
Enviada em 12/07/2020
Desde do final dos século XIX até os dias atuais, a população idosa e o crescimento demográfico geral andam em paralelo com os avanços tecnológicos e científicos que proporcionaram maiores índices de expectativa de vida. Porém, mesmo sendo de fato encarado como boas notícias, há diversas sujeições econômicas que a sociedade acaba passando, originados pelo declínio intelectual tecnológico dos idosos e seu mantimento no mercado de trabalho.
Portanto, podemos afirmar que, com as ideias reformista, revoluções feministas e corrida tecnológica, que marcaram todo o século XX, o nível de natalidade e o comportamento demográfico apresentaram grandes alterações, levando países desenvolvidos e subdesenvolvidos aplicarem reformas políticas a fim de suprir o rendamento da grande população idosa.
Logo, o Brasil por exemplo contém expectativas de que em 2060 sua população idosa representará 63,2% da população geral, segundo o IBGE, sendo perceptível a necessidade de providências que restaurem o equilíbrio entre a população idosa e a População Economicamente Ativa (PEA).
Contudo, é racional a percepção de que reformas previdenciais sem a presença de políticas de mantimento da população idosa no mercado de trabalho e no ensino superior acabam levando à inutilidade quanto o alcance desse objetivo. Portanto, deve-se haver a inserção do idoso ao mundo tecnológico, a partir do desenvolvimento de aplicativos voltados no auxilio de idosos no mundo digital, com o apoio de empresas especializadas e órgãos sociais, a fim de abrir espaço ao indivíduo atuar no mercado do trabalho.