Desafios para a inclusão do idoso no ensino superior
Enviada em 03/08/2020
No Artigo 26 dos Direitos Humanos declara: “todo ser humano tem direito à instrução técnico-profissional será acessível a todos, bem como a instrução superior, esta baseada no mérito”. Nessa perspectiva, os idosos de possuir acesso a instituições de ensino avançado. Porém, existem obstáculos para impedir a progressiva presença dessas pessoas como a ausência de incentivo e o preconceito nos ambientes educacionais.
Primeiramente, é evidente a raridade de idosos ingressando nas universidades e nos cursos técnicos, ou seja, esse é um dos principais fatores que exigem o auxílio coletivo e estatal como propulsor da expansão didática. Segundo o pedagogo Paulo Freire, a educação é libertadora e transforma a realidade tanto do educador quanto do educando. Dessa forma, prova a importância do papel da educação é de ampla modificação benéfica na vida, no qual todos os envolvidos tenham oportunidade de desenvolvimento intelectual. Logo, consequentemente contribui no aumento de formação profissional de idosos que não tiveram algum processo de composição escolar, realização de metas pessoais desses estudantes e pleno desenvolvimento da vida social.
Ademais, não deve surgir limite etário de aprendizagem, o respeito tem que ser mútuo a aqueles que fazem parte do convívio e possuem diferentes desejos. De acordo com a filósofa Márcia Tiburi, o preconceito é fazer mal ao outro, mas também a si mesmo sem perceber a relação de causa e efeito. De fato, esse repúdio vem de sucessivas “linhas” de pensamentos limitados definido pela sociedade que considera tudo “velho” não é bom. Assim, por isso subestima-se as capacidades cognitivas do grupo da terceira idade ocasionando ciclo de discriminação equivocada pelo estereótipo e além de que afeta a autoestima dessas pessoas.
Enfim, é inegável a necessidade de combater os desafios da inclusão de idosos no ensino superior. Diante disso, o Poder Executivo- com a ajuda do Ministério da Educação- deve realizar uma reunião com os reitores universitários estaduais para inserir um projeto que incluem cursos de pré-vestibular e técnicos nas universidades públicas, onde será destacado a inserção de aulas e graduações acessíveis ao público idoso em que poderão se inscrever gratuitamente e receber materiais financiados pela verba pública; com o propósito de trazer oportunidades a classe de mais de 60 anos. Idem, o Centro de Referência de Assistência Social-pela autorização do Ministério da Educação- têm que preparar uma equipe de profissionais de todos os estados do país, para ir nas Instituições Educacionais informar por meio de palestras, a necessidade da educação aos idosos e da função da população nesse ato e dessa maneira conscientizar; a fim de orientar as pessoas para que entendam e aceitem a presença deles.