Desafios para a inclusão do idoso no ensino superior

Enviada em 05/08/2020

Pela lei de n° 10741/2003, afirma que os idosos devem usufruir dos direitos e garante que eles participem de politicas e recebam atribuições. No entanto, a expectativa de vida dos indivíduos, no envelhecimento, destaca-se como uma problemática social no Brasil. Nesse sentido, a influencia legislativa deve fazer com que eles atuem no ensino superior, e a mentalidade humana não interfira.

É valido destacar, em primeiro plano, que o efeito do envelhecimento dos indivíduos deve-se manter um olhar bem adequado. A esse respeito, segundo o instituto brasileiro de geografia e estatística ( IBGE) , afirma que em 2025 os idosos serão 33,8 milhões dos brasileiros. Por conseguinte, deve-se ter uma influencia nos indivíduos de terceira fase, para que eles contribuem para a sociedade e tenham melhores qualidades de vida.Desse modo, a sua atuação no ensino superior contribuirá para que isso seja possível.

Ademais, na frase do poema de Carlos Drummond, “no meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho”, diante disso, percebesse que atuação do idoso no ensino superior pode-lhe causar preconceitos. Por meio da mentalidade de outros indivíduos, causando-lhe dificuldade na relação social.

Evidencia-se, portanto, que o desenvolvimento do idoso no ensino superior, permite que medidas sejam estabelecidas. Nesse viés, cabe ao ministério da educação fazer campanhas pedagógicas que conscientize a sociedade, a fim de que a democracia prevaleça, como afirma a lei. Logo, as relações sociais entre os idosos no ensino superior, será adequado para um mercado de trabalho.