Desafios para a inclusão do idoso no ensino superior
Enviada em 06/08/2020
Na série “Segunda chamada”, produzida pela Rede Globo, retrata as dificuldade dos alunos de instituições públicas, em específico os idosos. Fora da ficção, essa realidade está cada vez mais comum no Brasil, verifica-se o preconceito e ausência de incentivo governamental. Tais potencializam a inclusão dos idosos no ensino superior.
Em primeira análise, é importante ressaltar a evolução tecnológica na educação, e a geração mais idosa tem maior dificuldade de inserir nas suas rotinas. Nesse contexto, segundo o pensador Pierre Bordieu, existe a ideologia imposta por uma cultura dominante e uma rejeição a tudo aquilo que é diferente. Partindo desse pensamento, os estudantes são na sua maioria mais novos e excluem a população mais velha devido a dificuldade com o uso de tecnologia.
Em segunda análise, segundo o pensador Thomas Hobbes, o estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Devido a falta de incentivo para os idosos em ambientes de ensino superior. Infere-se, portanto, que medidas são necessárias para alterar a exclusão dos idosos.
Dessa maneira, é dever do Ministério da educação, como órgão responsável pela defesa de direitos dos estudantes, estabelecer, por meio de políticas concretas, dentro do Código Penal, a efetivação das devidas sanções para faculdades para aceitar mais idosos fim de minimizar essa prática; e em auxílio de empresas criar estratégia de melhorar o bem-estar dos estudantes mais velhos. Ademais, é essencial que o MCTI, junto com emissoras nacionais, divulgue propagandas informativas, por meio de ações efetivas, com o propósito de mostrar à população de todos os direitos estudantis, para que todos estejam cientes acerca do assunto. A partir dessas ações, espera-se que essa situação dessa transformada.