Desafios para a inclusão do idoso no ensino superior

Enviada em 18/10/2020

“A educação é a chave para abrir outros direitos humanos”. A frase dita pela Katarina Tomasevski, relatora especial da Organização das Nações Unidas (ONU), durante um comício em Berlim, exprime a importância da educação para garantir maior dignidade de parcelas ignoradas como os idosos. Nesse sentido, encontra-se no Brasil contemporâneo um cenário deplorável, uma vez que o desinteresse governamental junto com a falta de acessibilidade são os maiores desafios a serem superados para a inclusão dos idosos no ensino superior.

Em primeira análise, é fulcral pontuar a importância de uma adaptação na educação superior para os mais velhos, garantindo uma maior dignidade a essa população. Por essa ótica, segundo o filosofo grego Seneca a educação exige os maiores cuidados, porque influi sobre toda a vida, porém na realidade nacional os cuidados com a educação não são adaptados para toda vida do cidadão já que exclui os idosos. Tal situação desfavorável é explicada pela falta de acessibilidade presente nas burocracias para entrar e se manter nos cursos, logo, faz-se necessário uma instrução prévia para garantir o acesso a essa parcela.

Além disso, é imperativo ressaltar a negligência estatal perante a não tomada de decisões como promotor da problemática. Conforme descrito na constituição de 1988, todos cidadãos têm direito da educação assegurado pelo estado. Entretanto os governantes demonstram desrespeito a carta magna nacional, ignorando a necessidade do ensino superior eficaz e inclusivo para os idosos. Dessa maneira, percebe-se que não há um interesse político no problema que segue estagnado em esferas legais.               Torna-se crucial, portanto, a tomada de decisões que erradique gradativamente os desafios da inclusão dos mais velhos no ensino superior. Para isso é necessário que o poder legislativo crie um projeto de lei de inclusão para o idoso na educação, por meio do incentivo a instituições e auxílio à essa população, garantindo ajuda de custos, adaptação de linguagem e um funcionário auxiliar temporário obrigatório nas faculdades, diminuição da burocracia, a fim de facilitar o acesso. Somente assim, os idosos poderão gozar de todos direitos, como lembra a Katarina Tomasevski.

no entanto, um dos maiores desafios para a superação da problematica é a negligencia exprimida pelo estado.conforme o filosofo romano Seneca, a edução exige mais cuidado porque ela influi sobre toda. dessa forma, infere-se q