Desafios para a inclusão do idoso no ensino superior
Enviada em 15/09/2020
É evidente o direito dos indivíduos de terem acesso ao conhecimento, mesmo as pessoas que já estão em idade avançada e segundo a Lei 13.535/2017, determina que instituições de ensino superior terão que ofertar cursos e programas de extensão aos idosos, pois eles também têm competência para aprender. Contudo, essa realidade ainda não é tão atingível mas é interessante pelo fato da expectativa de vida está cada vez mais alta, no Brasil está em aproximadamente 76 anos segundo o IBGE.
Eventualmente, o preconceito por desejar estudar é um dos maiores desafios para os idosos, não temos o direito de julgar uma pessoa idosa por querer estudar, em que muitas vezes não teve essa oportunidade anteriormente. E, como já dizia Paulo Freire, “aprender é um exercício constante de renovação” essas pessoas idosas iram se sentir muito realizadas em encontrarem alguma atividade na qual conseguem se manter ativos.
Além disso, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), prevê que em 2050 a população de pessoas com mais de 60 anos chegará a 2 bilhões, então é imprescindível que essa população esteja incluída em ambientes educacionais, para não se sentirem excluídos. Inconveniente, as instituições de ensinos superiores não têm ambientes, eletrônicos e nem profissionais preparados para atender as acessibilidades da geração mais avançada, gerando situações de desconforto para esses idosos.
Para concluir, esta geração se sente muito realizada quando é inserida em ambientes educacionais, no entanto eles precisam de apoio e motivação. Em suma, o objetivo de incluir os idosos nos ensinos superiores, é executável e é dever do Governo, por meio de projetos governamentais, deve construir mais instituições educacionais para suprir as necessidades dessa geração, contendo tecnologias de fácil manuseio, profissionais capacitados para auxiliar e locais mais acessíveis, para somente assim, esses idosos alcançaram seu exercício de renovação.