Desafios para a inclusão do idoso no ensino superior
Enviada em 17/12/2020
O Filósofo Polonês, Zygmunt Bauman, reflete que " A educação deve ser pensada durante a vida inteira “. Entretanto, no Brasil há desafios na inclusão do idoso no ensino superior que precisa ser rompida, na instrução universitária, para que haja bons resultados na aprendizagem dos indivíduos. Dessa forma, em virtude da carência basilar e do preconceito contra a classe envelhecida, é indubitável que medidas sejam tomadas para combater a problemática.
Em primeira análise, é significativo destacar como a insuficiência primordial contribui para a persistência da controversa. Sob essa ótica, o governo não oferece melhorias estruturais para efetivar a formação educacional de pessoas da terceira idade. Conforme Thomas Hobbes, o Estado é o responsável por amparar o bem-estar da população. Contudo, trazendo para a contemporaneidade o tal pensamento do Filósofo Inglês, observa-se que não é evidenciado. Isso ocorre devido à má atuação das autoridades governamentais, fazendo com que o país se torne acometido por esse embaraço. Por conseguinte, essa inadvertência caracteriza uma das razões do problema.
Além disso, vale enfatizar que a falta de respeito com os idosos corrobora o imbróglio. Nessa perspectiva, essa parcela é restrita de conhecimento, visto que a desigualdade linguística predomina em torno das esferas sociais. Paralelo à isso, a Constituição Federal promulgada em 1988, em seu artigo 5°, assegura que todos são iguais perante a lei, sem nenhuma distinção de qualquer natureza, garantindo aos brasileiros o direito a igualdade no âmbito de suas relações. Diante dos fatos mencionados, com o objetivo de haver mais anciões matriculados na doutrinação académica, a desconstrução desse obstáculo enraizado deve ser findado de modo que a legislação seja cumprida.
Portanto, evidentemente torna-se notório a necessidade de diligências que venham cessar os dilemas associados. Para isso, o Ministério da Educação deve realizar a distribuição de apostilas didáticas, bem como promover a criação de cursos gratuitos, por meio de verbas públicas e maiores investimentos, a fim de proporcionar e incentivar de forma mais eficiente o acesso da geração mais velha nas universidades. Outrossim, cabe ao Ministério do Desenvolvimento suceder articulações responsáveis com o intuito de estimular a proteção dos envolvidos. A partir das intermediações pontuadas, essa questão deixará de ser um contratempo na sociedade.