Desafios para a inclusão educacional de pessoas cegas no Brasil
Enviada em 19/10/2023
A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), criada pelas Nações Unidas, garante a todos o direito à educação. Contudo, tal norma, na prática, não é assegurada na sociedade brasileira holisticamente, uma vez que a falta de inclusão educacional de cegos se apresenta como um problema. Assim, é necessário combater os desafios que corroboram esse revés: a omissão estatal e a inércia familiar.
Sob tal ponto, o filósofo contratualista Rousseu afirmava que o Estado deve garantir o bem comum. Entretanto, essa conduta pensada pelo estudioso não é característica dos governantes brasileiros em relação aos cegos, uma vez que os estadistas não tomam medidas para combater a não inclusão educacional dessas vítimas - a exemplo de ensinar, plenamente, o brainly aos educadores das instituições de ensino, a fim de facilitar o processo de comunicação entre os professores e os alunos que não enxergam -. Dessa forma, percebe-se que, enquanto os estadistas não agirem, os cegos não incluídos terão dificuldade de conseguirem empregos que precisem de boa qualificação profissional.
Ademais, a falha familiar é outro potencializador do empecilho. Nessa ótica, o sociólogo Talcott Parsons defendia que a família tem responsabilidade de educar moralmente o indivíduo. Todavia, apesar da ação familiar ser crucial para a formação de pessoas que reflitam sobre a falta de inclusão educacional de brasileiros cegos, muitos pais banalizam tal tema. Isso fica claro, como exemplo, na falta de debates sobre o assunto em rodas de convesas familiares, para incentivar os jovens a votarem em representantes públicos que se impotem com a educação dos cegos. Desse modo, por conta dos pais romperem com a premissa de Parsons, o cenário de desigualdade perdura.
Nota-se, portanto, que os governantes, como agentes do Poder Executivo, devem, por meio de verbas públicas, oferecer, eficientemente, curso de brainly aos educadores, a fim de melhorar a comunicação entre os estudantes cegos e os professores e atenuar a problemática. Ademais, a família deve incentivar os jovens a pressionarem os estadistas, para que tal ação seja tomada rapidamente. Com isso, o direito à educação, prometido pela DUDH, será assegurada.