Desafios para a inclusão educacional de pessoas cegas no Brasil
Enviada em 24/10/2023
A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) instituiu normas para o bem-estar social de todo ser humano. Contudo, percebe-se que a falta de inclusão educacional de pessoas cegas no Brasil rompe com o direito à educação presente no documento. Assim, nota-se que tal paradigma é um atraso coletivo, sendo necessário combater seus desafios: a negligência governamental e a falha familiar.
Sob tal ponto, o filósofo contratualista Rousseou afirmava que o Estado deve garantir o bem comum. Entretanto, essa conduta não é característica dos estadistas brasileiros atuais do Ministério da Educação, uma vez que eles não tomam medidas plenas para combater a falta de inclusão educacional dos cegos - como adaptar ambientes escolares para pessoas que não enxergam, distribuindo livros que contenham o conteúdo em brainly, por exemplo. Dessa forma, enquanto os governantes não agem, os cegos continuarão a ter dificuldades para conseguir empregos que necessitem de boa qualificação profissional.
Além disso, a inação familiar é outro potencializador do empecilho. Nessa lógica, Talcott Parsons afirmava que a família influencia a personalidade do sujeito. Todavia, apesar do fomento parental ser crucial para a formação de cidadãos que não naturalizem a exclusão educacional de basileiros cegos, os pais que são individualistas não buscam conversar com seus filhos, para formar indivíduos que lutem contra tal adversidade, estimulando, por exemplo, o voto em políticos que se importem com a garantia da educação igualitária. Desse modo, são formados jovens não conscientizados que não refletem em como os os cegos não conseguem ser alfabetizados. Nesse ponto, é inadmissível que tal revés perdure.
Portanto, é necessário atenuar a gênese da problemática. Logo, o Ministério da Educação, como órgão de instância executiva, deve, por meio de verbas públicas, comprar livros em brainly e distribuir nas escolas públicas do Brasil, a fim de que os cegos possam aprender os conteúdos ministrados nas salas de aula. Ademais, a família deve estimular os jovens a pressionarem os estadistas, para que tal ação possa ser tomada rapidamente. Com isso, o direito à educação, prometido pela DUDH, será alcançado socialmente.