Desafios para a inclusão educacional de pessoas cegas no Brasil
Enviada em 05/11/2023
A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê, em seu artigo 6°, o direito à educação como inerente a todo cidadão Brasileiro. No entanto os desafios para a inclusão educacional de pessoas cegas no Brasil em alguns aspectos pode ser incongruente, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Assim, urge a análise precisa da situação, considerando questões normativas e educacionais.
Sob esse viés, cabe ressaltar que o problema acontece por falhas governamentais, nesse sentido, Em não incluir devidamente essas pessoas no ambiente educacional, visto que, em muitos desses lugares, não há acessibilidade estrutural. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura - se como uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a educação, que infelizmente é evidente no país.
Ademais, é imperioso destacar, em segundo plano, que as lacunas escolares também são um motivo do óbice. Como não há educação de qualidade para preparar futuros profissionais a educarem pessoas com deficiência visual, a adversidade persiste e consequências como exclusão social e atraso educacional são frequentes. Logo, deve - se aplicar o pensamento de Nelson Mandela que afirma: a educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo, para mudança do quadro retratado.
Fica evidente, portanto, que é fundamental a criação de alternativas para amenizar o impasse citado. Para isso, os Interlocutores da informação, como noticiários televisivos, canais da imprensa e plataformas governamentais, responsáveis por informar e conscientizar a população, devem promover a relevância sobre essa inclusão, por meio de vídeos e debates com especialistas na área, Com a finalidade de combater essa problemática. Logo, os desafios para a inclusão educacional de pessoas cegas no Brasil será intermediado no século XXI.