Desafios para a inclusão educacional de pessoas cegas no Brasil

Enviada em 07/02/2024

Analizando o cenário atual, é visto que o direito das pessoas com privação visual no país não está sendo comprido como de acordo com o Art. 27 da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência. Causando, posteriormente, desânimo nos estudantes com tal limitação. Isto é responsabilidade do governo, Ministério da Educação, que não disponibiliza escolas apropriadas para as necessidades, tornando imprescíndivel a tomada de atitude diante deste descuido.

Em primeiro lugar, a lei do Art.27 de Inclusão da Pessoa com Deficiência, afirma que: “É dever do Estado, da família, da comunidade escolar e da sociedade assegurar educação de qualidade à pessoa com deficiência”. As pessoas com deficiência tem direito a uma vida digna. Entretanto, não é visto nenhuma forma de qualidade educacional para os desprovidos de vista nas escolas brasileiras, mas sim, falta de sinalizações táteis e de profissionais qualificados para a aprendizagem de cegos.

Assim como consta em uma matéria do G1: “Sem uma escola apropriada para a sua necessidade, Marcelo viajava quase quatro horas por dia para estudar na cidade vizinha, e diz: “Fiquei um ano parado por conta da depressão.”, ou seja, as escolas em sua região (graças ao falho Ministério da Educação.) eram despreparadas para auxilia-lo. Além da impossibilidade de enxergar, ainda sofria em achar uma escola que atendia suas necessidades, entrando em um quadro de depressão. Ele, como qualquer outro ser humano, merecia qualidade de vida.

Dessa forma, concluímos que, os estudos de amauróticos deve ser mais acessível, um bom meio de colocar isso em prática seria com o Ministério da Educação implantando materiais com sinalização tática. Outra forma que o estado pode pôr em prática, é contratando profissionais mais qualificados para o cargo de professor, que saibam lidar e ensinar com eficácia os deficientes, levando até eles uma qualidade de vida melhor com os estudos.