Desafios para a inclusão educacional de pessoas cegas no Brasil

Enviada em 19/06/2024

O filósofo, Clóvis de Barros Filho, declarou que só percebeu a adversidade para os cegos entenderem a famosa “Alegoria da Caverna” após ficar cego, pois um cego nunca viu uma caverna ou sombras. Visto isso, assim como Clóvis, muitos brasileiros não percebem cegos até serem expostos as dificuldades deles. Em vista disso, aconselha-se melhorias nas políticas de inclusão social para cegos, por causa da invisibilidade sofrida pelos deficientes visuais. Por consequencia, sintetetisa-se a iminente extinção da atroz do preconceito, que ainda é revéz para iclusão de cegos.

Sob essa ótica, as políticas de inclusão para cegos no Brasil dispõem qualidade de falídas, pois não conferem inserção, embora possam melhorar a partir do Estado. Nessa lógica, a ausência da percepção social aos cegos é um desfio na medida que impacta na mobilidade econômica, porquanto não tem capacitação profissional ou alfabetização equitativa aos que não veem. Além disso, Nelson Mandela foi feliz ao dizer que, a educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo, porém, percebe-se que não há investimentos suficientes em educação e inclusão para cegos, isto é, desnvolvimento exige educação e equitatividade para cegos. Dito isso, emparelhar cegos para contribuição econômica pela educação é evoluir o país.

Por conseguinte, o desafio do preconceito para a inclusão de pessoas cegas nas salas de aula diminui com a descoberta das funcionalidades dos cegos para o bem ético e comum. Nesse viés, os cegos com medo do julgamento social podem encontrar louvor na sociedade clarificando a possibilidade destes de ajudar pessoas que veem. Ademais, Clóvis de Barros Filho, definiu felicidade como aquele momento, tão bom, que não se deseja que acabe, ou seja, se o Estado ofertasse instantes de inclusão aos cegos, permitiria inverter o mal uso das bolhas sociais. Dessa forma, tecer acolhimento aos cegos evita evacuação de cegos na educação.

Infere-se, portanto, que a educação de cegos demanda inclusão e equitatividade social, que confere contribuição econômica e freio do preconceito aos cegos. Destarte, o MEC, este que gere a educação, deve sugerir ao Senado a reforma das leis de acesso a educação, por meio de parceria com escolas, a fim estreitar o período de descoberta universal dos sofrimentos na educação para cegos e evitar repetir a situação pela qual Clóvis, descobriu os cegos.