Desafios para a inclusão educacional de pessoas cegas no Brasil

Enviada em 08/08/2024

Na obra “Utpia” do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social se ausenta de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é o contrário do que o autor prega, tendo em vista os desafios para a inclusão educacional de pessoas cegas no Brasil. Logo, esse cenário antagônico é fruto tanto da negligência estatal quanto da desigualdade social.

Em primeira análise, cabe destacar qual a relação da falha do Estado com a questão. Diante disso, na literatura “Cidadãos de papel”, Gilberto Dimeinster expõe a existência direitos que estão apenas na teoria, pois na prática não são concretizados. Nesse sentido, tal exposição está adequada, de maneira que há muitas concessões basicas, como a educação de qualidade à todos, que não são efetivadas, consequentemente aumentando o índice de deficiêntes visuais sem escolaridade.

Outrossim, é importante ressaltar a ligação do desequilibrio na sociedade com a situação. Diante do exposto, o liturgo Ariano Suassuna, divide o país em duas partes: os favorecidos e os despossuidos. Desse modo, a análogia de Suassuna está correta, visto que aquele que tem mais capital obtêm uma maior facilidade de inclusão, isso porque com uma renda alta se alcança especialistas que tais despossuidos não conseguiriam alcançar devido a sua baixa verba.

Infere-se, portanto, que o Brasil vivencia desafios na inclusão educacional de pessoas cegas, considerando a negligência estatal e a desigualdade social. Isto posto, urge ao Governo Federal, mediado pelo Ministério da Educação, aprimorar a qualidade da sua educação oferecida, atravéz de aulas inclusivas para as pessoas cegas. Ademais, criar-se uma norma que torne obrigatório a presença de especialistas nessa área, onde facilitará o desenvolvimento e a inclusão de tal indivíduo. Assim, fazendo da sociedade brasileira um lugar mais justo e inclusivo.