Desafios para a prática da leitura no Brasil

Enviada em 18/10/2020

Durante a Idade Média, toda a população europeia era dominada pelo cristianismo, doutrina que colocava o clero na posição mais elevada da sociedade. Isso porque esta lição é a única pessoa que pode ler e interpretar os textos da Bíblia e divulgar ideias de acordo com seus interesses. Diante disso, é óbvio que a leitura é fundamental para a construção da consciência crítica e da liberdade social. Hoje no Brasil, o analfabetismo e o desestímulo à leitura em grupos sociais são obstáculos a esse hábito.

Em uma primeira análise, deve-se notar que nem todos os brasileiros sabem ler e interpretar o que lêem. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, ainda havia 11,8 milhões de analfabetos em 2017. Diante disso, é óbvio que, embora a educação básica seja universal, ela ainda não atingiu a todos, o que coloca os indivíduos que não conseguem se educar em uma posição vulnerável para estabelecer uma consciência crítica e hábitos de leitura.

Além disso, outro aspecto importante a enfrentar é o uso excessivo de meios eletrônicos. Nesse sentido, o documentário “O Dilema Das Redes” prova o quanto é prejudicial regulamentar a cada hora nas redes sociais, pois mesmo com a leitura passiva, não se pode comprovar o uso ativo da alfabetização, porque há imagens, vídeos. E exibições de vídeo. semelhante. Portanto, vários métodos de combinação de leitura com dispositivos virtuais foram desenvolvidos, por exemplo, livros gratuitos disponíveis na Internet, preços razoáveis ​​de e-books e vendas de livros reutilizáveis. Portanto, é importante aumentar e manter a prática literária.

Portanto, infere-se que o Governo Federal – instância máxima do Poder Executivo – deve elaborar uma cartilha com informações básicas sobre os procedimentos de uma leitura viável para cada faixa etária. Isso poderá ser executado por meio de conceitos simples e fáceis sobre o desenvolvimento literário, desde um processo individual a um estímulo familiar, com o fito de sanar os desafios para a prática da literacia no Brasil. Enfim, a partir dessas ações, os brasileiros poderão ter suas vidas transformadas pelos livros, como visto em “A Menina Que Roubava Livros”.