Desafios para a prática da leitura no Brasil
Enviada em 02/06/2021
Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas sociais. Nesse sentido, obstante da ficção apresentada, o Brasil encontra-se em uma realidade contrária ao que prega o autor Thomas, ao se discutir sobre os desafios para a prática da leitura, que evidencia uma problemática na base educacional da sociedade. Sendo, portanto, indispensável discutir sobre a falta de incentivo familiar a leitura, bem como da falta de infraestrutura nas escolas que inviabiliza o acesso a obras literárias.
Convém ressaltar, a princípio, que a falta de interação familiar ao incentivo a prática de leitura contribui para o agravamento desse problema. À luz dessa questão, é coerente citar o filósofo Jonh Locke, o qual afirma que os indivíduos nascem como folhas em branco, ou seja, sem criticidade, e ao longo da vida adquirem vivencias capazes de moldalos. Nesse prisma, a influência da familia se torna impressindivel no seu desenvolvimento, no qual o incentivo a leitura irá permitir que esse indivíduo seja moldado capaz de ter criticidade na sociedade, visto que, dados do jornal G1, apresenta que somente cerca de vinte poncento das familias incentivam seus filhos a leitura diária. Dessa forma, é impossível negar os impactos provocados pela ausência do estímulo familiar.
Outrossim, a ausência de infraestruturas nas bibliotecas nas escolas públicas inviabilizam a prática de leitura. Nessa perspectiva, de acordo com a Constituição Federal de 1988, todos cidadãos tem o direito a educação de qualidade e ao bem-estar social. Evidentimente, tais direitos não são compridos na prática, uma vez que, o sucateamento e insuficiência das bibliotecas no ensino publicos estão incapaz de contribui para o acesso a obras literarias que irão permitir a uma boa qualidade de ensino que são garanidos pela Constituição. Desse modo, apesar dessa triste realidade ser evidente no meio social brasileiro, tais exemplos não podem persistir, pois talhe o desenvolvimento social.
Depreende-se, portanto, que medidas pragmáticas são essenciais para tal óbice. Sabendo disso, urge que o Ministério da Educação, principaz órgão responsável pela regulamenação na educação crie, por meio de verbas governamentais, programas familiar que dabata sobre os benefícios do incentivo da familia para o progresso da práticas da leitura dos infantes, com intuito que se tenha mais leitores ativos que irão permitir o desenvolvimento social. Cabe, também, ao Poder Legislativo, criar por meio de verbas governamentais, a infraestruturação e ampliação de bibliotecas públicas, a fim que se tenha a disposição dos cidadão livros e ambientes propícios a leitura e desenvolvimento intelectual de toda sociedade. Feito isso, o ideário proposto pela Constituição Federal de 1988, chegará a uma educação de qualidade e bem-estar na sociedade brasileira.